terça-feira, 28 de setembro de 2010

Monólogo

Posso ouvir... Sei que ela chega logo...
Chegou!
Um som tenebre canta a Morte.
Por que me chamas, Maldita Senhora,
para me juntar a tão triste dança?
Mas não te preocupes, hoje tens sorte
não lutarei a minha chegada hora
Que o peso dos meus olhos já me cansa.
Olhos de vermelho, olhos que lhe clamam:
"Me leva dessa vida de monólogo!"
E, não mais que de repente,
o gosto de sangue cessa.


M.

Adaptado com as melhores partes da poesia original, bem ruinzinha, escrita há alguns anos. Hoje percebo que não é uma boa ideia estudar a segunda geração do romantismo com 16 anos.

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